Nova Águia

Prémios Culturais 2010 - 19Mar2010 00:02:00

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Exmos Senhores,

A Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP) atribui anualmente vários prémios culturais. Este ano irão ser contempladas as categorias de ?Imprensa Regional?, ?Monografia? e ?Livro?.

O Prémio Imprensa Regional pretende galardoar artigos publicados na imprensa, no ano anterior à sua atribuição, que salientem fundamentalmente os valores que contribuam para a definição da Independência de Portugal e da Identidade do País.

O Prémio Monografia, que procura destacar uma efeméride de grande dimensão nacional, visa este ano premiar um trabalho sobre o poeta, jornalista, político, romancista e historiador ?Alexandre Herculano?, no âmbito das comemorações dos 200 anos do seu nascimento.

O Prémio Livro pretende galardoar um livro publicado nos cinco anos anteriores à data do lançamento do Prémio, que tenha como referência fundamental a identidade de Portugal e/ou os valores históricos e culturais que contribuem para definir Portugal como país livre e independente.

A data limite para entrega dos trabalhos é 31 de Março de 2010.

Com os votos de um excelente ano de 2010, e gratos pela divulgação que o assunto possa merecer, apresentamos os nossos cordiais e cumprimentos,

José Ângelo Lobo do Amaral
Director da SHIP

Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Palácio da Independência
Largo de São Domingos, n.º 11 (ao Rossio)
1150-320 LISBOA
Tel. 21 3241470
ship.actividadesculturais@ship.pt

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/01/premios-culturais-2010.html

Quer fazer parte de uma das mais prestigiadas instituições filosóficas do mundo lusófono? - 19Mar2010 00:00:00


Visite o nosso sítio e torne-se sócio do IFLB:

www.iflb.webnode.com



Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2009/12/quer-fazer-parte-de-uma-das-mais.html

Giambattista Vico e a Filosofia da História Portuguesa - 18Mar2010 23:24:00

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DALILA PEREIRA DA COSTA

As linhas de força do pensamento deste filósofo italiano de Seiscentos, expostas na sua grande obra Scienza Nuova, como filosofia da história, se mostrarão de grande fecundidade para uma sua possível aplicação e abordagem hermenêutica na história de Portugal: e agora, mais do que nunca, nestes nossos dias actuais, de urgente consciência da identidade nacional. Pois, misteriosamente, essas linhas de pensamento de Vico, estarão em sintonia perfeita com as que estruturam nossa história, ? desde os arcanos que as criaram, primigénios.
Releve-se, entre outras, a do Providencialismo, como nossa mais peculiar e fecundante, da filosofia da história, criada na Alta Idade Média, precisamente no século V, pelo galaico Paulo Orósio, e ainda herdada de seu mestre, Santo Agostinho. Providencialismo ao qual se poderá ligar a própria afirmação do próprio Vico: que o homem não é essencialmente o autor da História, mas sim, desde o transcendente, o ?Senhor da história?, Deus. Autor assim da história comandando-a e dela independente. Uma muito visível abertura informa seu humanismo, construído para além dos limites do imanente, definidos pela visão antropocêntrica do humanismo renascentista.
Aqui e ainda, a figura soberana de D. Afonso Henriques, surgindo como exemplo desses fundadores carismáticos das pátrias, de que nos fala Vico; e na realidade portuguesa, marcada ainda pela mão dessa providentia, como agente sobre a terra da vontade do ?Senhor da história?. Na Nação portuguesa, seu Fundador recebendo em Ourique um mandato pelo próprio Cristo Crucificado, que iria no futuro, por si, sua descendência e seu povo, tecer, organizar e justificar toda a história dessa Nação, à medida universal: como missionária sobre a terra inteira, unindo toda a humanidade sob uma só fé.
Se atentarmos ainda na eleição que o filósofo napolitano concedeu à poesia, como via privilegiada do conhecimento, nesta sua função, ela aclarará em muito o conhecimento da história pelos humanos: veremos assim um dos vectores que teceram este conhecimento em relação a nossa história pátria: e muito em especial posto em relevo e usado por dois de seus maiores historiadores; Garcia de Rezende e Oliveira Martins.
Na grande actualidade da filosofia da história de Vico, haverá como um especial convite, agora premente, aos portugueses, na sua função noética: formulado há três séculos, e agora tão actual, nestes nossos dias de fins de tempos e começos de outros novos, nos quais a humanidade surge em queda livre, de ritmo acelerado, levando a uma sua possível animalidade. Queda, tal como Vico poderia dizer: na sua inconsciência se sobrepondo à consciência da humanidade e tendo como fim o fim das histórias.
Será notável exemplo, justamente neste século de Descartes e seu racionalismo extreme, conquistando em toda a força o pensamento ocidental (e até nossos dia), que, contemporaneamente, surja Vico, com seu pensamento tão aberto e aceitante de funções gnoseológicas ultra-racionais; valorizando assim a imaginação, a intuição, o sentimento. E se atentarmos, que todo o pensamento e vivência dos portugueses trabalhou em preponderância por essas vias primevas e na forma fenomenológica peculiar, tal como já apontada pelo nosso rei filósofo, D. Duarte e por ele usada: tal afinidade entre o pensamento de Vico e dos portugueses, partilhando uma mesma axiologia no campo noético e existencial, deverá agora ser tema de meditação para nós: utilizando o ensino de Vico para um nosso auto-conhecimento.
Atentemos que foram essas vias ultra ou transracionais, que os portugueses utilizaram no seu conhecer e sua acção, do mundo e no mundo; e que a razão iria desenvolver conjuntamente, explicitando e organizando; vias próprias que Vico designou e esperou como aquelas do homem fantástico do futuro. E teria já sido esse homem, que, a partir da imaginação foi primeiro em busca das ilhas paradisíacas na rota do ocidente: iniciando assim sua obra universal da Descoberta: e para a humanidade, iniciando seu novo ciclo histórico, como Idade Moderna.
Nesta escolha de vias gnoseológicas por Vico, elas tão dissemelhantes às do racionalismo então reinante nesse seu século, teremos para nós, portugueses, um enfoque útil a usar agora para nossa filosofia da história. Serão as luzes de sua modernidade, como dum percursor de tantos valores da actual teoria do conhecimento, que agora nós devemos usar para vários enfoques novos de nossa história, levando-nos a vislumbrar e construir o que o próprio Vico chamaria por si, a história ideal eterna de Portugal.
E será ainda esta história, construída entre poesia e teologia, a que o Conde de Barcelos, D. Pedro e Frei Bernardo de Brito, concederam à sua pátria.
Numa dimensão desde as descendências bíblicas, passando pela Grécia, Roma e Idade Média: através de vários ciclos históricos, em nascimentos e mortes sucessivas, como fins das histórias e das nações, até seus ressurgimentos: no dizer do próprio Vico.
Ainda nesta amplitude da história, se virá inserir por Vico, porque fiel discípulo de Platão, a valorização do mito, como em si contendo as verdades essenciais e fecundantes da história.
Portugal, surgindo através de seus tempos criado em tessitura unida e inseparável de mito e história (ou a história como criação do mito) ? tudo agora e ainda, se afigurará aos portugueses vital no ensino de Vico; como repto para decifrarem as raízes de sua própria história. E finalmente não valorizarem como só possível aquela história vista e descrita nos moldes unicamente historicistas. Mas sim, história fazendo-se no tempo, mas ao tempo transcendendo, na sua origem e fim: que nela, foi sempre teleológico. Manifestando-se no tempo da terra mas a ele subindo desde as raízes secretas do mito preexistindo na eternidade.
Aqui e agora, porque tudo nestes nossos dias se ligando ao perigo iminente dum fim da humanidade, haverá a atentar na afirmação suprema de Vico: que os homens enlouquecem ao desaparecer em si a substância espiritual, sustentáculo de sua vida em comum. Ao elanguescimento e frenético ser do homem actual, urgirá pôr fim; e urgentemente, in extremis, dar-lhe a força espiritual que contrabalance e se una à força material: hoje desencadeada e usada imprudentemente em toda sua violência, pelo orgulho do homem actual, na sua imaturidade. Perfazendo-se assim o necessário equilíbrio humano e cosmológico, hoje ameaçado de morte; se o homem não quiser precipitar-se de vez numa catástrofe apocalíptica, tal como essas do seu longínquo passado, marcando o fim duma era. Será para evitar esta possível catástrofe e para o evento dum tempo novo, para o qual o ensino de Vico nos pode conduzir.

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/giambattista-vico-e-filosofia-da.html

HOJE, 171º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA - 18Mar2010 12:24:00

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18.03.10 - 15h30: Agrupamento de Escolas do Bairro Pe. Cruz (Carnide)


Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/hoje-171-lancamento-da-nova-aguia.html

Amanhã - 17Mar2010 17:53:00



Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/amanha.html

Açorianópolis - 17Mar2010 12:33:00

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Caros Amigos
Já está disponível a página local do Açorianópolis, evento que acontecerá em Florianópolis, de 5 a 9 de abril, no teatro Pedro Ivo.
www.acorianopolis.com.br

Agradeço a divulgação para suas listas de contatos.

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/acorianopolis.html

Um dos próximos títulos da Colecção NOVA ÁGUIA - 17Mar2010 00:09:00

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A ESCOLA DE BRAGA E A FORMAÇÃO HUMANÍSTICA

- Tradição e Inovação


ÍNDICE


Prefácio

I ? CONFERÊNCIAS

? A MATRIZ INSPIRADORA DA ESCOLA DE BRAGA
Roque Cabral

? OS ANTECEDENTES PRÓXIMOS DA ESCOLA DE BRAGA
J. Pinharanda Gomes

- A ESCOLA DE BRAGA E A RENOVAÇÃO FILOSÓFICA CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL
António Braz Teixeira

? A ESCOLA DE BRAGA NO CONTEXTO LUSO-BRASILEIRO
Ricardo Vélez Rodríguez

? A ESCOLA DE BRAGA NO SÉC. XVI
Margarida Miranda

? A ESCOLA DE BRAGA E OS ESTUDOS GRAMATOLÓGICOS E HISTÓRICO-LINGUÍSTICOS
Amadeu Torres

? O MAGISTÉRIO DO PADRE JOÃO MENDES, SJ, OU A ?ARTE DA PALAVRA SIGNIFICANTE?
Mário Garcia

? DIAMANTINO MARTINS, DA ESCOLA DE BRAGA, NO CONTEXTO DO PENSAMENTO PEDAGÓGICO PORTUGUÊS CONTEMPORÂNEO
Manuel Ferreira Patrício

? JOSÉ BACELAR E OLIVEIRA E O NEOTOMISMO NA ESCOLA DE BRAGA
Manuel Cândido Pimentel

? FORMACIÓN JESUÍTICA PARA UNA EUROPA MÁS HUMANA
Augusto Hortal


II - COMUNICAÇÕES

1 ? Memória dos Mestres: Estudos e Testemunhos

- P. ANTÓNIO FREIRE, S.J.: UM GÉNIO, NO OCASO DOS ESTUDOS CLÁSSICOS EM PORTUGAL
Manuel Losa

- P. ANTÓNIO FREIRE, S. J.: O HUMANISTA E O EXÍMIO PEDAGOGO.
António Melo

- A QUESTÃO DO USO E DA NORMA NAS LIÇÕES DE FILOLOGIA E PORTUGUESA, DE A. FREIRE
Miguel Gonçalves

- O P. E BARTOLOMEU PEREIRA, REITOR DO COLÉGIO DE S. PAULO EM BRAGA
Carlota Miranda Urbano

- DIALÉCTICA VIDA-MORTE NA OBRA DE JÚLIO FRAGATA
Maria da Conceição Azevedo

- APROXIMAÇÃO DO PENSAMENTO DE DIAMANTINO MARTINS
Cristiana Soveral Paszkiewicz

- ESCOLA DE BRAGA E METAFÍSICA: CASSIANO DOS SANTOS ABRANCHES
Manuel Guedes Miranda

- NO TEMPO E PARA ALÉM DO TEMPO: UMA DOCÊNCIA MÍTICA - NA LEMBRANÇA DO PADRE VITORINO SOUSA ALVES, S.J.
Ramiro Meneses

- MANUEL SIMÕES, S.J. (1924-1995) E O CONTRIBUTO PARA OS ESTUDOS CAMILIANOS
José Cândido Martins

- O MEDIEVALISTA ANTÓNIO SOARES PINHEIRO E A ?VERDADEIRA FILOSOFIA?
José Gama

- DA CONSCIÊNCIA SAUDOSA À CONSCIÊNCIA DE SI: ENTRE ANTÓNIO DIAS DE MAGALHÃES E JOSÉ MARINHO
Renato Epifânio

2 ? Temas em Debate

- A ESCOLA DE BRAGA ? UMA ANTECIPAÇÃO DA UNIVERSIDADE DO FUTURO
Cassiano Reimão

- A ANALOGIA DO SER
José Rui da Costa Pinto

- DA ÉTICA ESPECIAL DE ROQUE CABRAL À ÉTICA APLICADA DE ADELA CORTINA
José Henrique Silveira de Brito

- A IDEIA HUMANISTA DE FORMAÇÃO
Rui Sampaio Silva

- A FILOSOFIA E A UNIVERSIDADE SEM CONDIÇÃO, A PARTIR DE JACQUES DERRIDA
Helena Catalão

- JOSÉ ENES - À PORTA DO SER
Miguel Real

- A SOLIDÃO E O DESENRAIZAMENTO HUMANO EM «SETA DESPEDIDA» DE MARIA JUDITE DE CARVALHO
João Amadeu Carvalho da Silva

- O CORPO COMO RELAÇÃO OU A RELAÇÃO COM O QUE NO MUNDO É TACTEÁVEL
Paulo Andrade e Ana Pedro

- VALORES E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS UNIVERSITÁRIOS ? PROJECTO DE ESTUDO
Lucília Pires e Ana Pedro

- DESENVOLVIMENTO HUMANO A PARTIR DE UM DIÁLOGO PERMANENTE COM O MUNDO, NUM ESPAÇO VICIADO PELA DIMENSÃO TÉCNICA
Cristina Caldeira

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/um-dos-proximos-titulos-da-coleccao.html

Próxima quinta, no Porto - 16Mar2010 12:30:00




Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/proxima-quinta-no-porto.html

Uma Visão Armilar do Mundo - Auditório da Biblioteca Nacional (Campo Grande), hoje, 16, 18.30 - 16Mar2010 10:48:00



Car@s Amig@s

Tenho o prazer de vos convidar para o lançamento do meu último livro, Uma Visão Armilar do Mundo. A vocação universal de Portugal em Luís de Camões, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva (Lisboa, Verbo, 2010), que será apresentado pelo escritor e ensaísta Miguel Real.

Segue uma breve apresentação da obra.

Conto com a vossa presença e a extensão deste convite a todos: amigos, indiferentes e inimigos! A Vida é Festa para a qual todos são convidados.

Saudações cordiais

Paulo Borges

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Este livro é uma reflexão acerca da vocação universal de Portugal, em diálogo com alguns dos seus maiores poetas, profetas e pensadores: Luís de Camões, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
Este Portugal e esta vocação designam, num sentido, a predisposição para uma convivência planetária, mediadora de um novo ciclo cultural e civilizacional, sob o signo de uma globalização ético-espiritual, contrastante com a económico-tecnológica. Noutro sentido, esta visão de Portugal assume-o como símbolo do próprio homem em busca de se realizar plenamente.

A isto se chama Uma Visão Armilar do Mundo, conforme o símbolo que tremula na nossa bandeira: a perfeição, plenitude e totalidade da esfera e, nas suas armilas, a interconexão de todos os seres e coisas, tradições e culturas, artes e saberes. Muito antes de ser o emblema de D. Manuel I, é essa a maior fecundidade simbólica da Spera Mundi, Esfera e/ou Esperança do Mundo: ao invés do nacionalismo ou patriotismo comuns, a cultura portuguesa e lusófona tenderia a converter muros em pontes, fronteiras em mediações, limites em limiares, numa abertura ao planeta e ao universo, a todos os povos, nações e seres, a todas as línguas, culturas, religiões e irreligiões. Uma visão armilar do mundo é uma visão-experiência integral e holística do mundo, sem cisões, exclusões ou parcialidades.

Numa era celebrada como multicultural, mas ainda tão cega para o entre-ser universal, aqui se invoca a Esfera Armilar como actual paradigma da reinvenção de Portugal como nação de todo o mundo, que vise o melhor para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, que não separe o bem da espécie humana da preservação da natureza e do bem-estar de todas as formas de vida senciente.

Paulo Borges

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/uma-visao-armilar-do-mundo-auditorio-da_16.html

Palestra: "A Gnose de Sampaio Bruno" amanhã (dia 17) em Lisboa por Abdul Cadre & Renato Epifânio - 16Mar2010 00:16:00

Palestra

A Gnose de Sampaio Bruno

por Abdul Cadre & Renato Epifânio

17 Março - 4ªf - 19h30
Loja Rosacruz de Lisboa
R. Dom Dinis, 24 (junto da estação de metro do Rato)

Entrada livre



Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/palestra-gnose-de-sampaio-bruno-amanha.html

Equinócio da Primavera - 16Mar2010 00:00:00

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Caros amigos e curiosos,

Estou a organizar uma celebração no cromeleque dos Almendres no próximo equinócio da Primavera (madrugada de 21, domingo de Março).
Todos quantos queiram partilhar do evento, usufruindo da logística de que disponho, deverão inscrever-se previamente, via e-mail ou telefone(963075514).
O preço unitário da inscrição é 40 euros, incluindo transporte em autocarro, documentação e surpresas.
O autocarro partirá de Lisboa pelas 2 horas da madrugada de dia 21.
Cerca das 10 horas da manhã de domingo, guiarei uma visita à Sé de Évora.
O regresso à capital está previsto para cerca das 15 horas.
Só considerarei válidas as inscrições, após pagamento, mediante transferência bancária: NIB: 003504260002353590096
Em caso de dúvida, ou sendo necessário qualquer esclarecimento, fico ao dispor.

Abraço a todos
Manuel J. Gandra

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/equinocio-da-primavera.html

17 de Março, às 18h, na Associação Agostinho da Silva - 15Mar2010 22:33:00




Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/17-de-marco-na-associacao-agostinho-da.html

26 de Março, em Vila Verde - 15Mar2010 22:03:00




Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/26-de-marco-em-vila-verde.html

PRÉMIO DE ENSAIO FILOSÓFICO SPF 2009 - 15Mar2010 15:12:00

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O concurso para a edição de 2009 do Prémio de Ensaio Filosófico lançado a público pela Sociedade Portuguesa de Filosofia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, versou a questão seguinte: Podem as razões subjacentes a uma acção ser as causas (eficientes) dessa acção?

Concluído o concurso, a Sociedade Portuguesa de Filosofia anuncia que o júri decidiu atribuir o Prémio SPF 2009, no valor de 3.500 euros, ao ensaio intitulado «Podem as razões subjacentes a uma acção ser as causas (eficientes) dessa acção? O labirinto do descontínuo: Gramática, fenomenologia e ontologia da acção», da autoria de Paulo Renato de Jesus.

A composição do júri foi a seguinte: Ricardo Santos (Presidente da SPF e Professor Auxiliar da Universidade de Évora), Sofia Miguens (Professora Associada da Universidade do Porto), António Zilhão (Professor Auxiliar da Universidade de Lisboa) e Paulo Tunhas (Professor Auxiliar Convidado da Universidade do Porto).

Os documentos que fundamentam a decisão do júri ficam depositados na sede da SPF e estarão disponíveis para consulta pública.

De acordo com o protocolo celebrado com a Revista Portuguesa de Filosofia, o ensaio de Paulo Renato de Jesus deverá ser publicado num dos próximos números desta revista.

Paulo Renato de Jesus, nascido em Leiria em 1974, é licenciado em Psicologia pela Universidade de Coimbra e doutorado em Filosofia e Ciências Sociais pela Ecole des hautes études en sciences sociales (EHESS, Paris), sob orientação do Professor Fernando Gil, com uma dissertação sobre a unidade e identidade da consciência (sobretudo a partir da análise da doutrina kantiana da apercepção empírica e transcendental). Da investigação de doutoramento resultou a obra "Poétique de l'ipse: étude sur le 'Je pense' kantien" (Peter Lang, 2008). Entre os diversos artigos, destacam-se dois ensaios: um sobre os operadores de verdade em Leibniz e Kant (Kant Studien, 2010) e outro sobre a fenomenologia da intersubjectividade (Revue philosophique de Louvain, 2009). Beneficiou de bolsas de Doutoramento e de Pós-Doutoramento da FCT, tendo sido Visiting Scholar nas Universidades de Columbia e de Nova Iorque. Pertence, desde 2006, ao corpo de investigadores do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, grupo de Filosofia Moderna. Foi co-organizador (com Soraya Nour e Nuno Proença) de um seminário bi-anual sobre a "construção da verdade" em Kant e Freud, no Collège international de philosophie (Paris) e "Maître de conférences invité" na EHESS para colaborar no Seminário "Temporalité et expérience" da Professora Sabina Loriga. Lecciona actualmente no Departamento de Psicologia da Universidade Lusófona do Porto. Desenvolve ainda alguma actividade literária, salientando-se o "Prémio Daniel Faria" com a publicação de "Órbitas primitivas" (Quasi, 2007).

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/premio-de-ensaio-filosofico-spf-2009.html

COLECÇÃO NOVA ÁGUIA: JÁ COM 16 TÍTULOS - 15Mar2010 00:00:00



Para ver:

http://www.zefiro.pt/catalogo_novaaguia_net.htm



Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/02/coleccao-nova-aguia-ja-com-15-titulos.html

Diário da NOVA ÁGUIA: 14 de Março... - 14Mar2010 18:49:00



Ontem, a NOVA ÁGUIA regressou a Vila Viçosa. Já lá havíamos estado em Junho de 2008, para apresentar o primeiro número. Ontem, regressámos para apresentar o quinto, mais o último título da nossa Colecção de Livros: ?Cartas de Noé para Nayma?. No salão nobre da Câmara Municipal, numa sessão presidida pelo Presidente da Câmara Municipal, Luís Roma, que contou com a presença de Carlos Aurélio, autor da obra, e de Joaquim Domingues, que a apresentou, perante uma assistência repleta?

Depois, a NOVA ÁGUIA regressou de novo a Évora, ao espaço Intensidez, onde temos estado por ocasião de cada novo número. Sempre acompanhados pelo António Cândido Franco?

O dia terminou em Montargil, outro dos locais de eleição do nosso Mapiáguio. Uma vez mais a convite de Manuel Ferreira Patrício, apresentámos este novo número que ainda há poucos dias saiu da gráfica. Um arranque em grande, o desta primeira série de lançamentos da NOVA ÁGUIA 5?


(Manuel Ferreira Patrício, em Montargil)

(António Cândido Franco, em Évora)


(Joaquim Domingues, Luís Roma e Carlos Aurélio)

(assistência, em Vila Viçosa)


Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/ontem-nova-aguia-regressou-vila-vicosa.html

Obviamente, o MIL esteve presente... - 14Mar2010 18:04:00





Algumas frases do discurso de Fernando Nobre no Encontro de Voluntários do sul de Portugal de 13 de março de 2010


Cidadão suprapartidário que eu sou, o que não quer dizer que não faço política, faço política há mais de 30 anos.
Eu não sou contra nenhum partido político ou contra os políticos
Tenho amigos em todos os quadrantes da vida política portuguesa. Falei com um amigo de cada partido depois de ter tomado a minha decisão
A democracia não se esgota nos partidos políticos, a democracia vai muito para além dos partidos e a cidadania é um pilar essencial de qualquer estrutura humana.
A minha candidatura não vai contra nenhuma pessoa em particular ou contra os partidos políticos ou contra os políticos.
É uma candidatura de Justiça Social.
É preciso um projeto de mobilização da sociedade portuguesa.
Eu que sou pai de 4 filhos estou particularmente preocupado com a nossa juventude. Já ouvi alguém dizer que faz parte de uma "geração traída" e sinto a minha responsabilidade como se alguma forma eu tivesse também traído essa geração.
Fico particularmente triste quando me apercebo que mais de cem licenciados por dia deixam o nosso país sem ideia de retorno.
Eu acredito em Portugal por isso é que o lema da minha candidatura é "Acreditar em Portugal". Porque acreditamos que o nosso país pode ter um futuro.
O pilar do Estado a que me candidato tem funções importantíssimas e insubstituíveis.
O pilar da Economia que todos queremos que seja mais cidadã e que nos coloque como seres humanos.
Eu nunca vivi da política mas acredito que tenho os atributos necessárias e suficiente onde poderei criar os pontos de união.
Estar em Portugal é estar no mundo, não só o retângulo que temos com as ilhas dos Açores e a Madeira, mas também com os PALOPs e um mundo que corro há mais de 30 anos.
Eu não vou para Belém para viajar, para descansar, vou para mobilizar. Tenho força anímica suficiente para mobilizar Portugal.
Ao contrário dos comentadores e carpideiras eu tenho dignificado o nosso país.
Não aceito a ideia de nunca ter tido uma ideia política. Até dita por pessoas que dizem que lêem livros. Que leiam os livros que tenho escrito sobre Portugal.
A decisão a concorrer à Presidência da República é uma decisão unipessoal. É um cidadão que se candidata por imperativo de consciência e porque sinceramente acredito em Portugal.
Não podemos continuar a viver numa sociedade em que temos tantos idosos a viver tão mal. Em Portugal há mais de 300 mil idosos com reformas inferiores a 200 euros. Neste país onde a nossa juventude já não acredita que num pais com desigualdades tão profundas.
Não venham com flechas inúteis, de ser isto ou anti aquilo. O meu objetivo é unir os portugueses. Só quem não me conhece é que pode pensar que haja qualquer força que possa empurrar-me para um sítio onde eu não quero ir, serei Presidente da República porque eu quero ir e convosco será possível.
É uma candidatura que nasce da cidadania verdadeira, de vocês, de nenhum apoio partidário.
Quero ver se os portugueses são - como dizem - um povo de carneiros e se se vai bater e acreditar no seu futuro.
Vamos trabalhar para demonstrar que Portugal merece estar nos lugares cimeiros da humanidade, sendo um dos povos ímpares que marcou a humanidade.
O que interessa é mobilizar o país, dinamizar a nossa juventude, olhar para o mundo, na Lusofonia global.

Veja também o vídeo no MILhafre:
http://mil-hafre.blogspot.com/2010/03/videos-da-intervencao-do-dr-fernando.html

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/obviamente-o-mil-esteve-presente.html

Uma Visão Armilar do Mundo - Auditório da Biblioteca Nacional (Campo Grande), 3ª feira, 16, 18.30 - 14Mar2010 15:48:00



Car@s Amig@s

Tenho o prazer de vos convidar para o lançamento do meu último livro, Uma Visão Armilar do Mundo. A vocação universal de Portugal em Luís de Camões, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva (Lisboa, Verbo, 2010), que será apresentado pelo escritor e ensaísta Miguel Real.

Além de ensaios sobre o tema e os autores referidos no título, o livro inclui alguns dos textos mais interventivos que tenho ultimamente produzido, nomeadamente o Manifesto "Refundar Portugal", que deu origem ao Movimento Outro Portugal, um movimento informal de reflexão e acção cívica e cultural que visa reinventar um Portugal melhor para todos e mais conforme aos grandes desafios do século XXI: o pleno desenvolvimento humano, um novo e melhor paradigma educativo, social, económico e político, o diálogo intercultural e inter-religioso, a harmonia ecológica e o bem de todos os seres sencientes. Desde Novembro de 2009 o MOP conta com mais de 1300 adesões.

Segue uma breve apresentação da obra.

Conto com a vossa presença e a extensão deste convite a todos: amigos, indiferentes e inimigos! A Vida é Festa para a qual todos são convidados.

Saudações cordiais

Paulo Borges

..........................

Este livro é uma reflexão acerca da vocação universal de Portugal, em diálogo com alguns dos seus maiores poetas, profetas e pensadores: Luís de Camões, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
Este Portugal e esta vocação designam, num sentido, a predisposição para uma convivência planetária, mediadora de um novo ciclo cultural e civilizacional, sob o signo de uma globalização ético-espiritual, contrastante com a económico-tecnológica. Noutro sentido, esta visão de Portugal assume-o como símbolo do próprio homem em busca de se realizar plenamente.

A isto se chama Uma Visão Armilar do Mundo, conforme o símbolo que tremula na nossa bandeira: a perfeição, plenitude e totalidade da esfera e, nas suas armilas, a interconexão de todos os seres e coisas, tradições e culturas, artes e saberes. Muito antes de ser o emblema de D. Manuel I, é essa a maior fecundidade simbólica da Spera Mundi, Esfera e/ou Esperança do Mundo: ao invés do nacionalismo ou patriotismo comuns, a cultura portuguesa e lusófona tenderia a converter muros em pontes, fronteiras em mediações, limites em limiares, numa abertura ao planeta e ao universo, a todos os povos, nações e seres, a todas as línguas, culturas, religiões e irreligiões. Uma visão armilar do mundo é uma visão-experiência integral e holística do mundo, sem cisões, exclusões ou parcialidades.

Numa era celebrada como multicultural, mas ainda tão cega para o entre-ser universal, aqui se invoca a Esfera Armilar como actual paradigma da reinvenção de Portugal como nação de todo o mundo, que vise o melhor para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, que não separe o bem da espécie humana da preservação da natureza e do bem-estar de todas as formas de vida senciente.

Paulo Borges

umoutroportugal.blogspot.com
jornaloutro.blogspot.com

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/uma-visao-armilar-do-mundo-auditorio-da.html

PROJECTO DOS ?COLÓQUIOS DA LUSOFONIA? - 14Mar2010 12:57:00

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?Cadernos? de literatura divulgam autores açorianos

Está já em marcha o projecto ?Cadernos açorianos?, uma revista de estudos de literatura, sob a coordenação de Chrys Chrystello, Trata-se da concretização de uma ideia lançada no ?4º Encontro Açoriano da Lusofonia?, realizado na Lagoa, em Março do ano passado, que se propõe dar a conhecer os textos e autores de matriz açoriana que os Colóquios mais apreciam. ?Não serão exaustivos nem completos, limitar-se-ão a abrir uma janela sobre a escrita destes autores?, pode ler-se na edição número zero, explicativa do projecto. Os ?Cadernos? querem chegar àqueles que não conhecem literatura açoriana, sendo que os próximos números trarão excertos de obras de Cristóvão de Aguiar, Daniel de Sá, Dias de Melo, Eduíno de Jesus, Vasco Pereira da Costa, Álamo de Oliveira entre outros.?Vamos tentar chegar a leitores nunca imaginados?, lê-se na nota introdutória do coordenador Chrys Chrystello.
Os Colóquios estabeleceram, ainda, parceria com a Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil) para ministrar à distância uma nova cadeira de Estudos Açorianos, bem como um protocolo com a Universidade do Minho para a criação da disciplina Açorianidade(s) e Insularidade(s).
Uma extensa bibliografia está também disponível na página dos colóquios
Acaba de sair o CADERNO Nº 2 dedicado a DANIEL DE SÁ
CONSULTE OS CADERNOS NAS PÁGINAS DOS COLÓQUIOS EM


http://www.lusofonias.net/estudos%20e%20cadernos%20a%C3%A7orianos/index.htm

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/projecto-dos-coloquios-da-lusofonia_14.html

Em Novembro... - 14Mar2010 12:37:00

Para mais informações:
http://www.iflb.webnode.com/novembro-2010-ix-coloquio-tobias-barreto/



Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/em-novembro.html

DECLARAÇÃO MIL A RESPEITO DE UMA ALEGADA ?FRATURA? NO SEIO DOS NOSSOS ÓRGÃOS DIRIGENTES - 14Mar2010 12:34:00


1. Os órgãos de comunicação social portugueses deram este fim-de-semana um grande eco a uma notícia da Lusa a respeito do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO. Consideramos esse grande eco algo de inteiramento proporcionado ao nosso grande dinamismo ? quer em iniciativas, quer em propostas, quer em tomadas de posição.

2. Inteiramente desproporcionado foi, contudo, o teor da notícia da Lusa ao falar de uma alegada ?fratura? no seio dos órgãos dirigentes do MIL por causa do nosso apoio à candidatura presidencial do Doutor Fernando Nobre ? apenas uma das muitas posições que temos assumido.

3. Para que não restem dúvidas, esclarecemos: o apoio do MIL à candidatura presidencial do Doutor Fernando Nobre não foi uma decisão que tenha gerado unanimidade (o que, de resto, quase nunca acontece), mas não gerou qualquer ?fratura? ? gerou, tão-só, a substituição de um membro do nosso Conselho Consultivo, constituído por 25 pessoas. Falar pois de uma ?fratura? a propósito da substituição de uma pessoa no universo de 25 é algo de inteiramente desproporcionado. Se a pessoa substituída nos merece a maior consideração, todas as outras pessoas que integram os nossos órgãos merecem-na igualmente em não menor medida.

4. Quanto ao que realmente importa, decidimos, de facto, apoiar a candidatura presidencial do Doutor Fernando Nobre ? por duas razões, essencialmente:
- em primeiro lugar, porque, tal como disse o próprio Doutor Fernando Nobre na Apresentação da sua Candidatura, ?Portugal precisa de um Presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país e o mundo?. Para mais, nesta situação de grave crise estrutural em que vivemos;
- em segundo lugar, porque o Doutor Fernando Nobre tem desde há muito defendido o reforço dos laços entre os países lusófonos ? não só no plano cultural, mas também social, económico e político, tendo em vista a criação de uma verdadeira Comunidade Lusófona, no aprofundamento da CPLP: objectivo maior do MIL. A nosso ver, de resto, só essa reorientação estratégica de Portugal poderá dar resposta a essa situação de grave crise estrutural.

5. Um dos princípios e objectivos do MIL é o de ?regenerar a democracia em Portugal? (cf. ?Declaração de Princípios e Objectivos do MIL?, V) ? por isso, por exemplo, lançámos, há poucos meses, uma Petição em defesa das candidaturas independentes à Assembleia da República (decerto, uma posição tão ?política? como esta). Porque não estamos ligados a nenhum partido, decidimos apoiar uma candidatura que é assumidamente supra-partidária. Sendo esta a posição institucional do MIL, e porque valorizamos em máxima medida a Liberdade ? ao contrário, precisamente, dos Partidos, sempre prontos a declarar a ?disciplina de voto? ?, respeitaremos quem, no âmbito do nosso movimento cultural e cívico, não nos acompanhar nesta posição.

Lisboa, 14 de Março de 2010

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
http://www.movimentolusofono.org/


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (http://www.movimentolusofono.org/)
(blogue: http://www.mil-hafre.blogspot.com/
)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356
)

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com cerca de 3 MIL adesões, de todos os países da CPLP.
Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail: adesao@movimentolusofono.org

Indicar: nome, e-mail e área de residência.

MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jesus Carlos (Portugal), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Luísa Timóteo (Malaca), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Portugal), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).


Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/declaracao-mil-respeito-de-uma-alegada.html

Curso de poesia portuguesa contemporânea - 14Mar2010 02:59:00

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O CURSO de poesia portuguesa contemporânea dirige-se a professores e alunos, investigadores e amantes da poesia portuguesa. Pretende-se levar os participantes deste curso numa viagem aos textos mais representativos da poesia nacional, problematizando a influência de Fernando Pessoa (1888-1935) em autores que, cada um à sua maneira, contribuíram para a revolução contínua da linguagem poética nessa segunda metade do século passado.

O ?corpus? de autores escolhidos apenas contempla o período que medeia entre os anos trinta (1935 é a data da 1ª edição do livro de maturidade de Nemésio), e os anos oitenta (década em que a obra de Luís Miguel Nava ganha notoriedade e se fixa como uma das últimas poéticas verdadeiramente ?modernas? no contexto da nossa Modernidade).

HORÁRIO: 2ªs feiras de Abril e Maio, das 18h00 às 19h30.

Assim, em nove sessões, ler-se-ão e problematizar-se-ão os seguintes autores:
5 de Abril: Vitorino Nemésio e Camilo Pessanha;12 de Abril: Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner;
19 de Abril: Eugénio de Andrade e Carlos de Oliveira;26 de Abril: Mário Cesariny e Alexandre O?Neill;
3 de Maio: Herberto Hélder e Ruy Belo;10 de Maio: Fiama Hasse Pais Brandão e Luiza Neto Jorge;
17 de Maio: Gastão Cruz e Armando Silva Carvalho;24 de Maio: Nuno Júdice e António Osório;
31 de Maio: Luís Miguel Nava e Ana Luísa Amaral.
INSCRIÇÕES: Entre 15 de Fevereiro e 31 de Março, na Casa Fernando Pessoa.

Mínimo de inscrições: 30
Máximo de inscrições: 80
Custo da inscrição: 40 euros

Curso orientado por António Carlos Cortez. [Nasce em Lisboa em 1976. Escreve sobre poesia no Jornal de Letras e tem artigos publicados nas revistas Relâmpago e O Escritor. Como poeta estreou-se em 1999 com Ritos de Passagem a que se seguiram Um Barco no Rio (2002), A Sombra no Limite (2004) e À Flor da Pele (2007) . É ainda autor de um livro de crítica de poesia: Nos Passos da Poesia (2005)].

Câmara Municipal de Lisboa
Casa Fernando Pessoa
R. Coelho da Rocha, 16
1250-088 Lisboa
Tel. 21.3913270Autocarros: 709, 720, 738 Eléctricos: 25, 28 Metro: Rato
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/
http://www.mundopessoa.blogs.sapo.pt/

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/02/curso-de-poesia-portuguesa.html

Colóquio Internacional «Prisciliano, os Priscilianismos e o Cristianismo Primitivo na Península Ibérica» - 14Mar2010 02:47:00

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A Licenciatura em Ciência das Religiões da Universidade Lusófona do Porto e a Associação Agostinho da Silva, organizadores do Colóquio supra citado, abrem um período para apresentação de propostas de comunicação.

Colóquio:
Local: Universidade Lusófona do Porto
Sala: Capela
Datas: 14 e 15 de Maio de 2010

Propostas de Comunicação:
Cada apresentação terá a duração de 20 minutos.
As propostas deverão ser acompanhadas dos seguintes elementos:
1) título da apresentação,
2) resumo (?Abstract?) da apresentação, em inglês ou português (não mais do que 3000 caracteres)
3) breve curriculum vitae do proponente
As propostas deverão ser remetidas, até ao dia 28 de Fevereiro de 2010, para o seguinte endereço electrónico: pmpgeral@gmail.com
A aceitação da proposta será comunicada até ao dia 15 de Março de 2010.

Inscrição:
Taxa de inscrição para os conferencistas, a ser regularizada no momento da aceitação da comunicação:
50,00 ?

Viagem e Estadia:
Os participantes encarregam-se das suas viagens e estada.

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/02/coloquio-internacional-prisciliano-os.html

24 de Março, na Corunha - 14Mar2010 02:37:00

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O dia 24 de Março, quarta-feira (mércores), participará dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom? o professor e ensaísta, Maurício Castro Lopes. A sua palestra versará sobre ?Paralelos: Puerto Rico/Galiza?
Maurício Castro Lopes é licenciado pola Universidade de Santiago de Compostela (USC) em Filologia Galego-Portuguesa, exercendo na actualidade a docência de português na Escola Oficial de Idiomas de Ferrol, após ter leccionado nas escolas oficiais de Badajoz (Estremadura), da Corunha e noutros pontos da Galiza durante a última década.
É co-fundador do Centro Social Artábria do Ferrol. No ano 2007, foi eleito membro da Comissom Lingüística da AGAL (Associaçom Galega da Língua), da qual continua a fazer parte. Assim mesmo tem participado em diferentes projectos de auto-organizaçom em defesa dos direitos lingüísticos do povo galego. Também é autor ou co-autor de diversas obras, trabalhos e artigos, relacionados com a cultura e a realidade galega dende um compromisso com a Naçom Galega. Entre os seus trabalhos de história, crítica literária e sociolingüística cabem destacar História da Galiza em banda desenhada, Manual de Iniciaçom à Língua Galega, Galiza Vencerá! (2009).


Dia: 24 de Março 2010 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? Corunha

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/24-de-marco-na-corunha.html

COMENTÁRIO À ?ANTI POLÍTICA E ESTADO EXÍGUO? - 14Mar2010 02:35:00

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Com o título em epígrafe escreveu o general Eduardo Silvestre ? meu camarada de armas que muito prezo por o considerar um bom profissional e pessoa de bem ? um artigo num Diário de Notícias de há poucas semanas.

O escrito é curioso, levanta questões pertinentes e por isso ? com a devida vénia ? me proponho glosá-lo.

O articulista expõe o conceito de ?anti política?, praticamente desconhecido em Portugal, considerando-o como uma intervenção cívica de contra poder, que tenta limitar a má governação pela pressão do escrutínio ético dos cidadãos assumindo, outrossim, uma atitude contra o monopólio político ? partidário.

Sendo contra poder, não deseja, todavia assumir esse poder. Elabora, de seguida, sobre a perda de capacidades do nosso país, a caminhar para a situação que classifica de estado?exíguo?; para terminar dizendo que perante este plano inclinado a que se junta a inoperância e descrédito dos órgãos de soberania e da classe política em geral que considera ?manifestamente incapaz de liderar e de inspirar confiança ao País?, restará às Forças Armadas (FAs) tomar novamente o poder, já que ?os tempos se assemelham aos do final da I República?. Tem, contudo, claras dúvidas se as FAs ?estão à altura de desempenharem de novo essa tarefa patriótica?.

Tirando a imprecisão da comparação do momento actual com o fim da I República ? já lá iremos ? e da aparente contradição entre o conceito de ?anti política? e a intervenção das FAs em tomar o Poder, o escrito está lógico e coerente nas verdades expendidas.

Mas as questões verdadeiramente primaciais que o artigo levanta são as da legitimidade do Poder, e o que fazer quando a degradação do seu exercício vai subverter o que é suposto defender e garantir: a Segurança, a Justiça e o Bem Estar, da Nação organizada politicamente em Estado. Ou seja duas questões clássicas que não estão até hoje resolvidas!

Sem embargo, da leitura do artigo, pode-se facilmente concluir, estarmos em face do desaparecimento de Portugal (estado exíguo), e de uma extensa degradação da situação política, económica, financeira e social ? o que justificará uma eventual intervenção política das FAs ? o que, como se sabe, lhes está constitucionalmente vedado ? sobrepondo-se assim à legitimação que os políticos em exercício, obtiveram através dos votos depositados naquelas caixinhas que ostentam o nome infeliz de ?urnas?. Ou seja, é o próprio sistema, ?soit dizant?, democrático que está em causa, através da sua falência prática!

Não deixa de ser curioso isto, quando se está comemorando os 100 anos da República!... E tudo se passando, ainda, depois do Dr. Mário, ?pai da democracia?, Soares se ter esfalfado de repetir que ?em Democracia há sempre uma solução para tudo? (desde que não falte o dinheiro para pagar favores e subsídios, acrescento eu ?).

Ora como pelos vistos se passou a discutir, publicamente, as hipóteses de golpe de estado (a TVI 24H também abordou o assunto), vamos lá analisar a capacidade das FAs para pararem a queda do país no precipício (trata-se apenas de um estudo académico ?).

Partilhando das preocupações do Gen. Silvestre quanto às capacidades das FAs, tenho que lhes acrescentar outras. Ao fazê-lo porém, irei inviabilizar a sua intervenção política. Para já. E o já, começa na situação que está longe de se assemelhar ao fim da I República. Basta dizer que a situação de instabilidade política, caos económico, bancarrota financeira, descrédito internacional e desordem (e violência) nas ruas não tem qualquer comparação possível. O que se passava então era já consequência de uma decomposição do estado e da sociedade que vinha da destruição do continente português, causado pelas invasões francesas, perda do Brasil, guerras civis, apodrecimento do regime monárquico e desgraças várias, que durou mais de 100 anos, pois pelas minhas contas só parou em 1933, com a aprovação de nova constituição desse ano.

É preciso não esquecer que em 1925/6, Lisboa assemelhava-se à Bagdad actual? Por outro lado o actual regime corrigiu os poderes do PR, que na Constituição de 1911 eram praticamente decorativos, para lhe dar alguma capacidade de manobra na Constituição actual. Ou seja a situação presente ainda tem muito por onde agonizar e está mais respaldada por via da União Europeia.

Agora, que existe uma tendência para regredirmos a 1926, isso existe.

A responsabilidade para resolver as crises existentes é do Poder Político. As FAs só devem intervir à beira do abismo (embora seja difícil determinar onde ele começa e se é desejável beber o ?cálice? até ao fim). Fazê-lo antes é assumir uma responsabilidade que não lhes cabe e arranjar uma desculpa para os políticos.

Com isto dito, não creio que as FAs estejam capazes de intervir nos termos aduzidos, por várias razões que vou tentar enlencar:

Primeiro porque a Instituição Militar, ainda não recuperou das consequências, piores que menos boas, resultantes do que ocorreu a 25/4/74; Depois porque a geração quer está no topo da hierarquia ainda foi formada no anterior regime, fez a guerra ou passou pelo ?PREC? e está, por razões várias, psicologicamente incapacitada para fazer seja o que for, a não ser ir aguentando o ?barco? e mantendo a ?cabeça fora de água?; depois porque as FAs perdem, quase mensalmente, capacidades (efectivos, dinheiro, material, quadros, dispositivo ? tudo); para além disso o corpo de oficiais generais, está compreensivelmente ?desnorteado? com a avalanche de barbaridades que se vão sucedendo, sem meios para actuar e sem saber exactamente o que fazer ? e para além disso tem faltado uma base de entendimento e confiança mínima, entre eles.

Acresce a tudo isto o seguinte: fazer um golpe de estado e tomar o poder não exige grandes predicados nem dificuldades (no nosso caso); difícil é saber o que fazer no dia seguinte. Ora aqui é que adificuldade não é pouca, vai-se fazer o quê?

Devolver o poder a quem dele fez tão mau uso? Acabar com os partidos políticos, inventar um sistema novo? Como convencer homens sérios e capazes a quererem ir servir em vez de se servirem? Depois temos o ambiente internacional, sobretudo na área geopolítica onde nos inserimos, os problemas que nós enfrentamos são semelhantes aos de toda a Europa Ocidental. Além disto será necessário encontrar alguma forma de entendimento/neutralização das três únicas instituições com poder em Portugal,a saber: a Igreja,a Maçonaria e o Partido Comunista.

Finalmente, mas não menos importante, como se vai alimentar a população, já que o nosso tecido produtivo está nas ruas da amargura? a população perdeu hábitos de trabalho e sacrifício e não existem reservas alimentares que cheguem para uma semana!

Espero pois que numa próxima hipotética vez, se façam as coisas com alguma cabeça e profissionalismo e sem ingenuidades.

Estou em crer que seria desejável não termos que passar por mais nenhuma destas experiências, que se sucedem desde 1817.

Mas não estou optimista.



João José Brandão Ferreira

Publicado no MILhafre:
http://mil-hafre.blogspot.com/2010/03/texto-que-nos-chegou_14.html

Fonte: http://novaaguia.blogspot.com/2010/03/comentario-anti-politica-e-estado.html

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