Todo mundo é um palco

Video de homenagem a Fernando Peixoto - Maio de 2008 - 28Nov2013 09:23:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/video-de-homenagem-fernando-peixoto.html

Jograis do Bota a Baixo - 2ª Parte - 28Nov2013 09:22:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/jograis-do-bota-baixo-2-parte.html

Jograis do Bota a Baixo - 1ª Parte - 28Nov2013 09:21:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/jograis-do-bota-baixo-1-parte.html

Jograis Bota a baixo 10 de julho 2013 Maia - 28Nov2013 09:21:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/jograis-bota-baixo-10-de-julho-2013-maia.html

Cançao ze de Gaia - Homenagem Fernando Peixoto.wmv - 28Nov2013 09:20:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/cancao-ze-de-gaia-homenagem-fernando.html

POEMA DE OUTONO (MARÉS) de Cesário Costa em homenagem a Fernando Peixoto - 28Nov2013 09:19:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/poema-de-outono-mares-de-cesario-costa.html

ATE JÁ PAI.wmv - 28Nov2013 09:18:00



Vídeo de Maria Helena Peixoto

Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/ate-ja-paiwmv.html

Poema "Loucura do Poeta" de Fernando Peixoto - declamado por Helena Peixoto - 28Nov2013 09:17:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/poema-loucura-do-poeta-de-fernando_28.html

O PREVILÉGIO DE TER ESTADO NA CASA ONDE VIVEU FERNANDO PEIXOTO, UM SANTU... - 28Nov2013 09:13:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2013/11/o-previlegio-de-ter-estado-na-casa-onde.html

MENSAGEM DO DIA MUNDIAL DO TEATRO 2012 - 27Mar2012 13:15:00



O ITI ? International Theatre Institute UNESCO, honrou-me ao convidar-me para redigir a mensagem comemorativa do 50º aniversário do Dia Mundial do Teatro.




Vou dirigir estas breves palavras aos meus companheiros do teatro, colegas e amigos.Que o vosso trabalho seja convincente e genuíno.




Que seja profundo, tocante, comunicativo e incomparável.




Que nos ajude a refletir sobre a questão do que significa ser humano e que essa reflexão seja conduzida pelo coração, pela sinceridade e pela bondade.




Que superem a adversidade, a censura e a escassez algo que, na verdade, muitos de vocês são forçados a confrontar.




Que sejam abençoados com talento e rigor necessários para ensinarem, em toda a sua complexidade, as causas pelas quais deve bater o coração Humano, tendo em conta a humildade e a curiosidade para fazer dessa tarefa a obra da vossa vida.




E que seja o vosso melhor ? porque o melhor que derem, mesmo assim, só acontecerá nos momentos únicos e efémeros ? Em consonância com a pergunta mais elementar de todas:




?Porque vivemos??




Merda!!!





John Malkovich




Tradução ? Rafael Amaral VergamotaPresidente da Federação Portuguesa de Teatro (adaptado)



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2012/03/mensagem-do-dia-mundial-do-teatro-2012.html

MENSAGEM AMASPORTO 2012 - 27Fev2012 13:58:00
















Amasporto? um história de luta pelo Teatro - XVI Encontro de Teatro Associativo...








Não poderia iniciar esta mensagem sem uma saudação muito especial a todos os que, ao longo de dezasseis edições vêm contribuindo para a organização deste encontro de teatro associativo. A história do Amasporto cruza-se, inevitavelmente, com a história desta cidade e constitui uma verdadeira prova de amor à arte de Talma. É em homens e mulheres, como estes, que podemos alicerçar o futuro do Teatro, pois são eles que elevam ao expoente máximo a capacidade de acreditar e realizar todos os sonhos que vão germinando entre as tábuas de um palco.


O teatro de Amadores, pois estes homens e mulheres amam realmente o Teatro, é a prova viva de um enorme amor à Arte, pela forma como fazem magia em palco muitas vezes com recursos quase diminutos.


É o teatro associativo quem assume a primeira linha na tarefa de educar espectadores e fazer nascer os verdadeiros amantes da arte de Talma. O teatro de amadores tem nas associações o seu berço e, sobretudo, o mais importante motor naqueles que, perante as adversidades, se recusam teimosamente a deixar de sonhar. Tem sido assim, o percurso do Amasporto, ao longo de dezasseis edições.


Quando, no ano anterior, o Amasporto não se realizou temi pelo fim deste encontro. Mas esta gente, para quem o Teatro não é apenas um evento mas uma forma de enfrentar a vida, não desistiu e, apesar de todas as adversidades, renasceu este ano ainda mais forte, imbuído de um carácter internacional, atravessando o oceano e partilhando este amor à arte de Talma com irmãos do Brasil.


Seria inevitável, ao falar deste 16º Encontro de Teatro Associativo, reflectir sobre o contexto de crise generalizada que o nosso país atravessa, relembrar os cortes avassaladores à cultura e ao associativismo e a forma como recuperam fôlego os arautos da desgraça que teimam anunciar a morte do Teatro.


O Amasporto vem provar que esta crise não é sinónimo de derrota e poderá ser mesmo a alavanca que nos desperta para a consciência da importância do associativismo, em que se insere o Teatro de Amadores, porque fazer Teatro ilumina o palco da nossa vida quotidiana.


Gostaria ainda de saudar a iniciativa da atribuição do Prémio Talma e, todos aqueles que já foram laureados com este prémio, pois é fundamental não esquecer todos os homens e mulheres que fazem da sua vida uma luta constante pela valorização do Teatro de Amadores. O Amasporto tem o mérito de fazer este reconhecimento a que se furtam, por vezes, as entidades oficiais e de brindar os muitos nomes que a história do Teatro de Amadores não pode e não deve esquecer.


Sabemos das muitas horas necessárias para levar à cena um espectáculo como qualquer um dos que fazem parte deste encontro, da necessidade de persistência e do espírito de sacrifício para fazer vingar um projecto assim, para todos vocês, organização e participantes, o meu aplauso de pé.




Viva o Amasporto! Viva o Teatro!



Maria Helena Peixoto


Janeiro 2012


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2012/02/mensagem-amasporto-2012.html

FESTIVAL CALE-SE 6 - 09Jan2012 09:44:00



Começa no próximo 21 de Janeiro a sexta edição do "CALE-se" Festival Internacional de Teatro, único certame do género a nível nacional com carácter competitivo, numa parceria com a Câmara Municipal de V. N. de Gaia, a Freguesia de Canidelo e empresas privadas, organizado pelo Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores.
A edição de 2012, enquadrada no âmbito do 26º aniversário do Cale Estúdio Teatro, vai decorrer aos sábados até 24 de Março, nas instalações da Associação Recreativa de Canidelo (Rua do Meiral, 51 ? junto ao cruzamento dos 4 Caminhos), em Vila Nova de Gaia.
Os espectáculos iniciam às 22 horas.
O festival visa a participação de grupos de teatro não profissionais, numa estrutura de oito espectáculos a concurso, que vão disputar os "Prémios CALE", atribuídos por um júri e também pelo público e que distinguem as melhores prestações nas várias áreas a concurso, como Interpretação, Encenação, Cenografia, Figurinos, Luz e Som.
Para mais informações e/ou reservas, queiram por favor contactar através de e-mail ou dos telefones 911062216 ou 963697254.


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2012/01/festival-cale-se-6.html

APENIQUEIRA - 21Jun2011 14:33:00



Comédia Urbana de Costumes
de
Alfredo Correia


Consideramos ?Apeniqueira? uma comédia urbana de costumes, cujo
texto é centrado num círculo caseiro de uma família , onde os comportamentos
e costumes passam pelos amores ilícitos, pela violação
das normas de conduta, pelas preocupações da vida amorosa, pelo
dinheiro, e pelo desejo de maior ascenção social.
Esta comédia, é a alternativa perfeita para o público espectador que,
deseja rir-se do que acontece na casa dos outros.
Qualquer semelhança encontrada nas situações, ocorridas na peça ,
são pura coincidência.
Divirtam-se e desfrutem desta arte que, apesar de efémera, nos leva
muitas vezes a reflectir o que somos.


POR ORDEM DE ENTRADA

Irene Magalhães
Cátia Gomes
Olívia Martins
Mauro Silva
Fernando Gomes
Lourdes Costa
José Pinto Gomes
Beatriz Ferreira
Cesário Costa


cenografia, desenho de luz e som, encenação
ALFREDO CORREIA


apoio logístico da Junta de Freguesia de Ramalde
20.ª PRODUÇÃO ANOS 90 SÉC. XX
COMPANHIA TEATRAL DE RAMALDE
DA ASSOCIAÇÃO 26 DE JANEIRO
PORTO ? 2011
ELENCO SINOPSE


execução cenográfica
António Peixoto
operadora de som
Mariana Correia
design cartaz/programa
Artur Cunha
montagem da sonoplastia
David Ferreira
assistente de sala
Fátima Oliveira


COMPANHIA TEATRAL DE RAMALDE
A S S O C I A Ç Ã O 2 6 D E J A N E I R O


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2011/06/apeniqueira.html

Homenagem a JOEL - 09Jun2011 10:16:00

O nosso amigo Joel, dos Plebeus Avintenses partiu faz alguns dias. Certamente estará ao lado de tantos quantos, como ele amavam o mundo das Artes e em particular do Teatro. O nosso aplauso de pé para o Joel. A nossa homenagem com um video produzido pelos seus companheiros. O céu ganhou mais uma estrela...


Helena Peixoto



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2011/06/homenagem-joel.html

30ª Edição do Fazer a Festa - Festival Internacional de Teatro / EVOCAÇÃO - 15Mai2011 11:23:00






Infelizmente, a 30ª edição do Festival não se vai realizar em condições normais, com uma programação de espectáculos teatrais protagonizados por várias companhias nacionais e estrangeiras.

Várias são as razões:

os cortes nos apoios do Ministério da Cultura e a sua insensibilidade ao longo destes últimos anos para com a situação particular deste Festival Internacional.

A sucessiva deterioração das condições financeiras que o Festival vem acumulando ao longo das últimas edições.

A atitude hostil da Câmara Municipal do Porto que, além de não o apoiar financeiramente, deixou de disponibilizar o Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett para a sua realização e, este ano, ainda nem respondeu ao nosso pedido (o primeiro feito a 6 Dezembro 2010) de autorizar a utilização dos Jardins do Palácio de Cristal...

Todavia, ainda achamos que este Festival não deve acabar: o número de espectadores que a ele acorrem anualmente, a disponibilidade das companhias nacionais e estrangeiras que sempre aceitam a sua participação de forma entusiástica e todo o seu longo historial e referentes artísticos continuam a dar-nos alento para não desistir.

Entendemos que estes trinta anos devem ser lembrados e festejados como uma edição evocativa
que permita ser, ao mesmo tempo, um momento de festa e de parabéns por todos quantos contribuíram para que o FAZER A FESTA tivesse tão longa vida, mas também um compasso de espera, um momento de reflexão para o repensar e encetar novos caminhos que permitam que o Festival se renove e continue a ser um marco incontornável da vida teatral...

Assim o ?FAZER A FESTA? de 2011, na sua 30ª edição, será a sua própria evocação, ocupando o espaço público da cidade do Porto com intervenções artísticas em lugares icónicos do burgo, festejando e questionando o seu lugar na vida cultural e social portuense e apelando à participação de todos quantos tornaram possível esta realidade com trinta anos, três vezes mais os que gastou Homero no seu regresso a Ítaca, depois da guerra de Tróia.

As intervenções artísticas serão concretizadas pelos elementos e colaboradores habituais da companhia e por todos aqueles artistas, companhias, amigos e espectadores que já passaram pelo Festival e todos as demais companhias e artistas teatrais portugueses que se queiram associar a esta edição evocativa, que acontecerá entre os dias 14 a 17 Junho 2011.

Relembramos as fases principais porque passou o Festival ou, aproveitando o mote, dar um passo no passado e outro no futuro.

José Leitão (director artístico do Festival)



Na Primavera de 1982 organizámos a 1ª edição do ?FAZER A FESTA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO?.

A partir dessa data, anual e ininterruptamente, este Festival (o terceiro mais antigo Festival Internacional de Teatro que se organiza em Portugal e que, durante muitos anos, foi o único que dedicava a maior fatia da sua programação ao Teatro para a Infância e Juventude) foi cumprindo os seus objectivos bem como outros entretanto introduzidos, acompanhando a evolução teatral da cidade do Porto.

Relembrar alguns aspectos da sua história constitui um acto de resgate do olvido a que geralmente se vota a alguns aspectos da actividade teatral que, dada a sua efemeridade, facilmente se esquece se deles se não der notícia...

Ora, como sem memória não existe conhecimento e sem este não existe criatividade, o futuro alicerça-se também neste passar de testemunho dos que fizeram para os que vão fazer, ou melhor dizendo, nós não somos o princípio da história, ela já existia quando aqui chegamos e só se aprende sabendo...



de 1982 a l991 (da 1ª à 10ª edição): O Teatro à procura da Cidade ou aprendendo a andar, caminhando...

São anos de intensa actividade, aprendizagem, contactos e intercâmbios que nos permitem conhecer e ser aceites na comunidade teatral da cidade e do país. Lembre-se que a cidade do Porto só tem a 1ª edição doutro Festival Internacional de Teatro (o de Marionetas) em 1989, o Teatro Municipal Rivoli ainda não tinha programação, e o T.N. São João, como Teatro Nacional, só começaria e funcionar desde l984. Não havia na cidade salas de acolhimento de outras companhias e só nos dois festivais existentes (FITEI e FAZER A FESTA) se podia ver grupos de fora do Porto e do estrangeiro.

Em toda esta década o núcleo principal da programação do Fazer a Festa esteve sediado no Salão da Junta de Freguesia do Bonfim, que apoiou entusiasticamente o Festival até 1991.



de 1992 a 2002 (da 11ª à 21ª edição): A Cidade encontra o Teatro... Há Festa na Aldeia !

É nestes dez anos que o FAZER A FESTA dá o salto e se consolida como Festival de referência a nível nacional, principalmente porque passa a maior parte da sua programação para os jardins do Palácio de Cristal.

Os espectáculos são apresentados em tendas especialmente montados nos jardins e aproveitam-se outras estruturas edificadas no local. A programação vai desde as 10h da manhã até à madrugada, com espectáculos diurnos para a infância e escolas e aos fins de semana e espectáculos para a juventude e adultos às 21h30, às 23h30 e mesmo à 01h00 da madrugada... durante dez dias seguidos !

Começa-se a construir-se uma ?Aldeia Teatral?: públicos e artistas partilham o mesmo restaurante e o bar, convertendo estes espaços em local de amena cavaqueira, conhecimento, aproximação e discussão entre os que fazem e os que viam os espectáculos.

Várias companhias nacionais já prestigiadas aceitam apresentar e mesmo estrear alguns espectáculos nestes espaços não convencionais e há momentos de intensa partilha teatral e artística entre todos os intervenientes. Companhias emergentes e projectos em nascimento apresentam-se no Festival e as companhias da chamada ?província? encontram no Porto um espaço de apresentação dos seus espectáculos. Descobre-se que o País teatral não é só Lisboa e Porto...

Em 2001, a 20ª edição do Festival corresponde ao ano em que o Porto é capital europeia da Cultura e é inserida na sua programação. É neste ano que, pela primeira e única vez, é visitado por um Ministro da Cultura !

De notar que, em todas as suas edições nunca nenhum presidente das Direcções Gerais que o Ministério ?inventa? ano sim ano não, nenhum secretário de estado da Cultura e nem mesmo qualquer Presidente de Câmara do Porto ?ousaram? assistir ao Teatro nas tendas em que o Festival se realizava ! Talvez porque o FAZER A FESTA nunca teve gala de abertura, começando desde logo com Teatro... mas seria interessante saber quantos espectadores foram então conquistados para o Teatro por assistirem a este Festival !



de 2003 a 2011 (da 22ª à 30ª edição ?): O Teatro deixa a cidade...e o deserto aqui tão perto !

É a partir desta data que o Festival começa a sentir muitas dificuldades em se realizar.

Os apoios estatais não aumentam e o orçamento do Festival está englobado na actividade da companhia, não tendo contas autónomas. A Câmara Municipal com o novo executivo começa a hostilizar a cultura e o teatro e descem drasticamente os seus apoios numa primeira fase, para mais tarde acabarem com os mesmos.

Segue-se depois um tempo (2006) em que para obter apoio camarário é necessário assinar uma cláusula, comprometendo-se a companhia a não criticar a política cultural da edilidade. Quem não assina, não recebe apoio financeiro. Não assinamos: corte total do apoio financeiro.... que continua até hoje, 2011.

Esta última década tem sido penosa para a organização do Fazer a Festa e a sua programação tem andado ?perdida? porque os apoios escassearam e o orçamento que o Teatro Art? Imagem dispõe para o Festival não permite organizá-lo como achamos que merece. Tem sido a persistência da estrutura da nossa companhia e o apoio que tem vindo a ter de outras companhias de teatro portuguesas e também de algumas galegas, a única maneira encontrada para não acabar, esperando que melhores dias nos cheguem.



Olhando o futuro do Festival com muita apreensão mas não baixando os braços,

tudo faremos para que ele continue, se renove e encontre outros caminhos, colaborações e apoios !

( in página do facebook Art'imagem Teatro )

.


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2011/05/30-edicao-do-fazer-festa-festival.html

MENSAGEM DO DIA MUNDIAL DO TEATRO 2011 - 29Mar2011 21:17:00


Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2011 ITI - International Theatre Institute [World Organization for the Performing Arts]


Este é o momento exacto para uma reflexão sobre o imenso potencial que o Teatro tem para mobilizar as comunidades e criar pontes entre as suas diferenças.

Já, alguma vez, imaginaram que o Teatro pode ser uma ferramenta poderosa para a reconciliação e para a paz mundial?

Enquanto as nações consomem enormes quantidades de dinheiro em missões de paz nas mais diversas áreas de conflitos violentos no mundo, dá-se pouca atenção ao Teatro como alternativa para a mediação e transformação de conflitos.

Como podem todos os cidadãos da Terra alcançar a paz universal quando os instrumentos que se deveriam usar para tal são, aparentemente, usados para adquirir poderes externos e repressores?

O Teatro, subtilmente, permeia a alma do Homem dominado pelo medo e desconfiança, alterando a imagem que têm de si mesmos e abrindo um mundo de alternativas para o indivíduo e, por consequência, para a comunidade.

Ele pode dar um sentido à realidade de hoje, evitando um futuro incerto.

O Teatro pode intervir de forma simples e directa na política. Ao ser incluído, o Teatro pode conter experiências capazes de transcender conceitos falsos e pré-concebidos.

Além disso, o Teatro é um meio, comprovado, para defender e apresentar ideias que sustentamos colectivamente e que, por elas, teremos de lutar quando são violadas.

Na previsão de um futuro de paz, deveremos começar por usar meios pacíficos na procura de nos compreendermos melhor, de nos respeitarmos e de reconhecer as contribuições de cada ser humano no processo do caminho da paz.

O Teatro é uma linguagem universal, através da qual podemos usar mensagens de paz e de reconciliação.

Com o envolvimento activo de todos os participantes, o Teatro pode fazer com que muitas consciências reconstruam os seus conceitos pré-estabelecidos e, desta forma, dê ao indivíduo a oportunidade de renascer para fazer escolhas baseadas no conhecimento e nas realidades redescobertas.

Para que o Teatro prospere entre as outras formas de arte, deveremos dar um passo firme no futuro, incorporando-o na vida quotidiana, através da abordagem de questões prementes de conflito e de paz.

Na procura da transformação social e na reforma das comunidades, o Teatro já se manifesta em zonas devastadas pela guerra, entre comunidades que sofrem com a pobreza ou com a doença crónica.

Existe um número crescente de casos de sucesso onde o Teatro conseguiu mobilizar públicos para promover a consciencialização no apoio às vítimas de traumas pós-guerra.

Faz sentido existirem plataformas culturais, como o [ITI] Instituto Internacional de Teatro, que visam consolidar a paz e a amizade entre as nações.

Conhecendo o poder que o Teatro tem é, então, uma farsa manter o silêncio em tempos como este e deixar que sejam ?guardiães? da paz no nosso mundo os que empunham armas e lançam bombas.

Como podem os instrumentos de alienação serem, ao mesmo tempo instrumentos de paz e reconciliação?

Exorto-vos, neste Dia Mundial do Teatro, a pensar nesta perspectiva e a divulgar o Teatro, como uma ferramenta universal de diálogo, para a transformação social e para a reforma das comunidades.

Enquanto as Nações Unidas gastam somas colossais em missões de paz com o uso de armas por todo o mundo, o Teatro é uma alternativa espontânea e humana, menos dispendiosa e muito mais potente.

Não será a única forma de conseguir a paz, mas o Teatro, certamente, deverá ser utilizado como uma ferramenta eficaz nas missões de paz.


Jessica Kaahwa (Uganda)

Makerere University Department of Music, Dance and Drama


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2011/03/mensagem-do-dia-mundial-do-teatro-2011.html

CALE-SE 5 - PROGRAMAÇÃO - 10Jan2011 09:35:00



A quinta edição do festival "CALE-se", organizado pelo Cale Estúdio Teatro, vai decorrer aos sábados, em Canidelo, Vila Nova de Gaia, de 15 de Janeiro a 19 de Março, na sala da Associação Recreativa de Canidelo (Rua do Meiral, 51 ? junto ao cruzamento dos 4 Caminhos).

Os espectáculos iniciam às 22 horas.


Para mais informações e/ou reservas, queiram por favor contactar através de e-mail ou dos telefones 911062216 ou 963697254.




CALE-se 5
FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

PROGRAMA

--------------------------------------------------------------
15 JANEIRO
Homenagem a VÍTOR DE SOUSA, patrono do ?CALE-se 5?,

com presença confirmada do actor

Espectáculo: A VINGANÇA DE ANTERO

Autor: Luísa Costa Gomes

Grupo: ULTIMAcTO (Tomar)

Género: Comédia

--------------------------------------------------------------
22 JANEIRO

Espectáculo: O MEU CORAÇÃO DE BANDOLIM
Autor: Leandro Ribeiro

Grupo: SOL D'ALMA (Ovar)

Género: Musical


--------------------------------------------------------------
29 JANEIRO

Espectáculo: SE PERGUNTAREM POR MIM, NÃO ESTOU

Autor: Mário de Carvalho

Grupo: CCPL - Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (Luxemburgo)

Género: Comédia (em português)





--------------------------------------------------------------
5 FEVEREIRO

Espectáculo: A COLINA

Autor: Miguel Mestre

Grupo: GRUPO DE TEATRO CONTRA-SENSO (Lisboa)

Género: Drama

--------------------------------------------------------------
19 FEVEREIRO

Espectáculo: A CASA DE BERNARDA ALBA

Autor: Federico García Lorca

Grupo: VITEOTONIUS (Viseu)

Género: Drama


--------------------------------------------------------------
26 FEVEREIRO

Espectáculo: MÉDICO À FORÇA

Autor: Molière

Grupo: OS PLEBEUS AVINTENSES (V. N. Gaia)

Género: Comédia


--------------------------------------------------------------
5 MARÇO

Espectáculo: A SOCIEDADE

Autor: Ricardo Kalash

Grupo: CURRAL DA MULA - GRUPO DE TEATRO DE ABRUNHEIRA (Montemor-o-Velho)

Género: Comédia


--------------------------------------------------------------
12 MARÇO

Espectáculo: ORAÇÃO

Autor: Fernando Arrabal

Grupo: CALABOUÇO ENCENAÇÕES (Brasil)

Género: Drama


--------------------------------------------------------------
19 MARÇO

Espectáculo: REPÚBLICA PORTUGUESA: O SONHO DE UM MONARCA

Autor: Jorge Geraldo

Grupo: LOUCOMOTIVA - GRUPO DE TEATRO DE TAVEIRO (Coimbra)

Género: Comédia

CERIMÓNIA DE ENTREGA DOS "PRÉMIOS CALE"

ENCERRAMENTO DO "CALE-se" 5

----------------------------------------------------------------------------------
Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores
Rua do Meiral, 51 ? 4400-501 V. N. Gaia
Tlm. 911 062 216




Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2011/01/cale-se-5-programacao.html

CALE-SE 5 - 2011 - 02Out2010 23:25:00


O Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores, em parceria com a Delegação Regional da Cultura do Norte, a Câmara Municipal de V. N. de Gaia e a Freguesia de Canidelo, promove a quinta edição do festival CALE-se, Festival Internacional de Teatro, único certame do género a nível nacional de carácter competitivo. A edição de 2011, que se enquadra no âmbito do 25.º aniversário do Cale Estúdio Teatro, decorrerá aos sábados, entre 15 de Janeiro e 19 de Março, e rege-se pelo seguinte regulamento:



Regulamento


1. OBJECTIVOS DO FESTIVAL

Promover e apoiar o desenvolvimento qualitativo do Teatro de Amadores, premiando o mérito de prestações individuais e colectivas. Também a permuta de experiências, o reforço da solidariedade associativa e a divulgação do fenómeno teatral de carácter não-profissional, constituem objectivos deste projecto, sublinhando a importância que o Teatro de Amadores continua a assumir na sociedade.
É, ainda, objectivo do grupo organizador promover a divulgação e o intercâmbio com realidades de teatro não-profissional de outros países de língua oficial portuguesa e da União Europeia.

2. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO

2.1. Podem concorrer ao "CALE-se 5" todos os grupos de teatro de carácter não-profissional, portugueses, de outros países da UE e de países de língua oficial portuguesa, sujeitando-se a uma selecção prévia. A organização pode, por sua vez, proceder a convites directos ou delegar esses convites aos parceiros institucionais.

2.2. Os grupos interessados devem proceder à sua inscrição (candidatura), entre 1 e 31 de Outubro de 2010 (data do correio).

2.3. A inscrição dos grupos deve ser feita através de formulário próprio, a enviar via postal ou por correio electrónico, a que os grupos devem juntar, obrigatoriamente, os seguintes elementos relativos ao espec-táculo que inscrevem:

a) texto integral e biografia do autor;
b) fotografias;
c) filmagem em DVD;
d) ficha técnica e artística;
e) sinopse;
f) cartaz;
g) rider técnico;
h) historial do grupo;
i) documento de classificação etária, atribuído pela Comissão de Classificação de Espectáculos.

2.4. A simples inscrição no "CALE-se 5" implica a aceitação integral das normas do presente regulamento por parte dos grupos de teatro candidatos.

3. MÉTODOS DE SELECÇÃO

3.1. Serão critérios de selecção dos espectáculos participantes, parâmetros artísticos, exigências técnicas, historial do grupo e factores logísticos como a duração do espectáculo e o número de elementos.

3.2. Os grupos estrangeiros devem ter em conside-ração o facto de o idioma utilizado nos espectáculos propostos não deve constituir um entrave à compreensão dos mesmos.

3.3. A divulgação dos grupos seleccionados será feita na segunda quinzena de Dezembro de 2010.

4. LOCAL

O "CALE-se 5" realizar-se-á nas instalações da Associação Recreativa de Canidelo, em Vila Nova de Gaia, ao abrigo do protocolo entre o Cale Estúdio Teatro e aquela associação. Não está excluída a hipótese de alguns espectáculos, pelas suas características, ou por indisponibilidade da sala, se realizarem noutros locais do concelho.

5. ESTRUTURA DO FESTIVAL

5.1. O "CALE-se 5" desenvolve-se ao longo de nove sábados. Em cada um dos dias, um grupo concorrente apresentará o seu espectáculo, num total de oito grupos concorrentes.

5.2. Faz parte do "CALE-se 5" uma sessão de encerramento, onde se procederá à entrega dos prémios. A sessão é precedida da actuação do grupo vencedor do Prémio ?Melhor Espectáculo 2009?.

5.3. Cada grupo participante assume o compromisso de se fazer representar na sessão de entrega de prémios por, no mínimo, um elemento do grupo. A organização garante a estadia (alojamento em quarto duplo e jantar) a dois elementos de cada grupo.

5.4. Cada grupo participante é responsável pela montagem do seu espectáculo, devendo obrigatoriamente comunicar à organização, e em tempo útil, as necessidades de ordem técnica e/ou logística, que aquela tentará suprimir dentro das suas possibilidades.

5.5. A organização do ?CALE-se 5? garante o alojamento dos participantes dos grupos cuja sede se situe a mais de 150 km de V. N. Gaia.

5.6. Fica também ao encargo da organização o jantar de sábado dos elementos participantes de grupos portugueses. Aos grupos estrangeiros que venham a participar no festival, a organização garante, ainda, o almoço de sábado e o de domingo.

5.7. Toda e qualquer despesa relativa a direitos de autor dos espectáculos seleccionados fica à responsabilidade dos grupos participantes, não assumindo a organização qualquer dever nesse sentido. Enquanto promotor do festival em referência, o Cale Estúdio Teatro providenciará as necessárias licenças de representação para os espectáculos que integrem o ?CALE-se 5?. Para tal, os grupos seleccionados devem apresentar, no prazo máximo de 15 dias após confirmação de participação no ?CALE-se 5?, autorização da Sociedade Portuguesa de Autores ou congénere, que comprove situação regularizada sobre os direitos de autor.

5.8. O incumprimento do ponto anterior por parte de qualquer grupo é motivo de anulação da sua partici-pação no festival, obrigando-se o grupo em questão a assumir todas as despesas eventualmente realizadas decorrentes da sua participação no festival.

6. JÚRI

6.1. O Júri é composto por três elementos: duas personalidades ligadas ao Teatro, convidadas pela organi-zação, e um terceiro elemento, do Cale Estúdio Teatro.

6.2. Nenhum membro do Júri poderá participar, nas mais diversas áreas, em qualquer dos espectáculos a concurso.

6.3. Os critérios de avaliação dos espectáculos serão definidos entre os membros do Júri.

6.4. O Júri é soberano, não cabendo recurso das suas decisões.

7. PRÉMIOS

7.1. O festival ?CALE-se? institui a atribuição dos ?Prémios CALE?, que visam distinguir as melhores prestações, entre os espectáculos a concurso e segundo a avaliação do Júri, nas seguintes categorias: Interpretação (masculina e feminina), Cenografia, Desenho de Luzes, Guarda-Roupa, Sonoplastia, Encenação e Espectáculo.

7.2. Os prémios são reconhecimentos de mérito, não pecuniários, simbolizados num troféu original concebido para o efeito.

7.3. Prevê-se, ainda, a atribuição do "Prémio do Público", que indicará a escolha do público para o Melhor Espectáculo, e para o qual podem votar os espectadores que assistam à maioria das sessões do "CALE-se 5". Para tal, a organização disponibilizará um cartão que permita o controlo das presenças e a respectiva votação.

8. HOMENAGEM

O Cale Estúdio Teatro convidará a estar presente na abertura do ?CALE-se 5? uma figura de reconhecido mérito que tenha contribuído para o desenvolvimento, engrandecimento e divulgação do Teatro, e que será o patrono da quinta edição do festival.

9. OMISSÕES E ESCLARECIMENTOS

Dúvidas ou omissões do presente regulamento serão esclarecidas pela organização, cuja decisão será sempre soberana.

Mais informações:
Cale Estúdio Teatro
Rua do Meiral, 51 - 4400-501 Vila Nova de Gaia
Telefones: 911 062 216 - 963 697 254
caleestudioteatro@gmail.com



cale.se05@gmail.com


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/10/cale-se-5-2011.html

Conversa da treta - 30Jul2010 07:29:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/07/conversa-da-treta.html

Morreu o actor António Feio. - 30Jul2010 07:27:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/07/morreu-o-actor-antonio-feio.html

Uma lição de vida - António Feio - 30Jul2010 07:25:00



Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/07/uma-licao-de-vida-antonio-feio.html

Um aplauso de pé para António Feio... - 30Jul2010 07:16:00

Terminou às 23h25 de ontem, precocemente, uma das mais brilhantes carreiras do teatro português. Desaparece, com 55 anos, um homem que o público se habituou a respeitar. António Feio, internado de urgência na quarta-feira no Hospital da Luz ? onde teve ontem duas paragens cardiorespiratórias durante a manhã ? acabou por sucumbir à doença que o afligia há ano e meio.

Para a história ficará a memória de um artista de talento que fez rir milhões, sobretudo nas últimas duas décadas, em que, ao lado de José Pedro Gomes, criou um estilo próprio e inimitável de fazer comédia. Ironicamente, começou por fazer chorar...

António Feio tinha 27 anos quando o seu rosto se tornou familiar ao grande público, ao interpretar, na telenovela da RTP ?Origens?, ?Nando?, um toxicodependente cujo drama comoveu o País. Já tinha anos de trabalho em teatro. Filho de uma actriz, havia-se estreado nos palcos com apenas 11 anos, desafiado por Carlos Avilez a interpretar ?O Mar?, de Miguel Torga.

Depois de uma breve passagem por um atelier de arquitectura, como desenhador o apelo das tábuas foi mais forte, e provou ser uma decisão acertada. A viragem na carreira aconteceria depois do encontro com José Pedro Gomes, no início da década de 90. A dupla de actores ? cuja química se tornou evidente desde a primeira colaboração, em ?Inox ? Take 5? ? assinou vários espectáculos que foram num crescendo de sucesso: ?Conversa da Treta?, ?O Que Diz Molero?, ?Arte?, ?Pop Corn?, ?Jantar de Idiotas?, ?O Chato?, ?2 Amores?.

O anúncio da doença veio interromper um percurso ascendente nos palcos, mas nem os tratamentos impediram António Feio de continuar a trabalhar. Apesar dos médicos lhe terem dado três meses de vida, recusou-se a baixar os braços e encontrou tempo ? e forças ? para terminar a ?A Verdadeira Treta?, como actor, e de assinar duas encenações, uma das quais ?Vai-se Andando?, com José Pedro Gomes. A sua página da rede social Facebook foi o elo de ligação com os fãs. A sua última mensagem foi: 'Esqueçam a minha doença! Parem para pensar!'. O velório realiza-se hoje à tarde no Palácio Galveias, em Lisboa.

PERFIL

António Feio nasceu a 6 de Dezembro de 1954 em Lourenço Marques. Estreou-se no teatro em 1966 e colaborou com estruturas como a companhia Laura Alves, Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, Teatro Popular, Teatro Aberto ou Teatro Nacional D. Maria II. Fez televisão, cinema e dobragens, encenou inúmeros espectáculos. Formou gerações de jovens como professor de teatro (no Centro Cultural de Benfica). Foi casado duas vezes e teve quatro filhos.

HONRADO NO DIA EM QUE SE TORNOU COMENDADOR

'Só espero ser um digno representante deste tipo de honra.' Foi assim que António Feio reagiu à condecoração que o Presidente da República, Cavaco Silva, lhe atribuiu no último Dia Mundial do Teatro, a 27 de Março. Desde essa data, o actor passou a comendador da Ordem Infante D. Henrique e compareceu à cerimónia, no Museu dos Coches, visivelmente emocionado, até pela fragilidade visível, reflexo já do seu estado de saúde. 'Queremos um País mais vivo, teatralmente falando, e com mais cultura. O teatro para nós é e será sempre uma festa', disse o actor, que falou na altura em nome de todos os homenageados. Acompanhado pela família, assumiu andar mais emotivo.

DOENÇA APROXIMOU FEIO DA FAMÍLIA

António Feio deixa quatro filhos: Bárbara e Catarina (do casamento com Lurdes Feio), e Sara e Filipe, da relação de 18 anos com Cláudia Cadima. Com uma carreira exigente, nem sempre foi o pai que quis, mas no último ano a doença acabou por aproximar a família ? sobretudo depois da morte da irmã, Helena Luísa, falecida em Setembro de 2009, com a mesma doença de António Feio.

'Nós sempre fomos uma família muito próxima, mas claro que nos uniu mais', admitiu, recentemente, a filha Catarina.

Conscientes da luta que o pai estava a travar, as filhas mais velhas chegaram a ir viver com ele, em alturas diferentes, e, tal como o pai, sempre mantiveram uma atitude positiva. Aliás, segundo Cláudia Cadima, era António quem lhes dava maior força. Ontem, voltam a estar unidos, de forma diferente. O nascimento do neto Dinis, actualmente com dois meses, foi um momento de felicidade para o actor, que deixa um desejo por concretizar: levar os filhos a Moçambique, a terra onde nasceu. Ainda assim, manteve, até ao fim, coragem para lutar contra o ?bicho? que o consumia, mesmo quando admitiu:. 'Não tenho medo da morte'.

REACÇÕES

'VOU TER MUITAS SAUDADES DELE', Maria Rueff, Actriz

'Estou profundamente sentida com a morte do António. Vou ficar sempre com a memória de um extraordinário encenador, de um actor de comédia excepcional, que lutou sempre até ao fim contra a doença que o levou. Vou ter muitas saudades dele, mas sei que ele estará a sorrir onde quer que esteja'

'EXEMPLO DE CORAGEM PELA FORMA C0MO LUTOU', Nicolau Breyner, Actor

'Vou recordar o António Feio como um amigo de longa data. Tínhamos ainda uma grande diferença de idades. Era um actor muito inteligente, com um sentido de humor excepcional. O António deu também um exemplo de coragem pela forma como lutou com toda a força esta doença. Fez uma parelha fantástica comJosé Pedro Gomes.'

'PERDEU-SE UM HOMEM MUITO IMPORTANTE', Manolo Bello, Produtor

'Perdeu-se um grande homem e um grande actor. Era muito importante para o País. Amigo de toda a gente, estava sempre disponível. Lembro-me do António, há mais de 20 anos, no programa do Joaquim Letria, com o Nuno Artur Silva. Andava sempre preocupado com os textos, por causa da censura... Encarou este último momento da sua vida com muita dignidade.'

AMIGO CHORA MORTE DE FEIO

Aldo Lima, grande amigo de António Feio, acompanhou o sofrimento do actor ao longo das últimas semanas. Ontem, na hora do adeus, o comediante estava inconsolável, não conseguia controlar as lágrimas e, por isso, não conseguiu sequer dizer uma só palavra.


No "Todo o Mundo é um Palco" o nosso aplauso de pé!


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/07/um-aplauso-de-pe-para-antonio-feio.html

BEIJOOPORTO - 20Jun2010 15:35:00



Dias 22,25,29 e 30 de Junho às 21.45 - Rivoli - Pequeno Auditório

Levar à cena ?BEIJOOPORTO?, é completar o tríptico de espectáculos baseados em textos do Historiador Portuense Professor Hélder Pacheco, que se iniciou em 2002, com ?PORTO PROFUNDO?, e em 2006 com ?A PÁTRIA DAS CAMÉLIAS?.
Intercalados por 4 anos, eis chegados a ?BEIJOOPORTO?.

Adaptar para o Teatro alguns textos publicados em livros deste Historiador Portuense, é para nós um sentimento gratificante quando podemos desta forma singela, apesar de efémera, homenagear as humanidades do autor, as palavras e os gestos das gentes, o cheiro das ruas e lugares desaparecidos ou diferentes, a forma como defende orgulhosamente a sua (nossa) cidade, o encanto com que descreve a vida da gente e suas intimidades, feitas de rostos, frases, risos, desesperos e vozes.
Vozes que retratam a Cidade feita pátria das camélias, e que nos levam
profundamente a VER O PORTO, de Hélder Pacheco.
?BEIJOOPORTO? é o complemento deste tríptico que consideram:
?...uma manifestação cultural da cidade e para a cidade, uma forma da cidade se reencontrar com a sua cultura, e é, uma manifestação de gratidão da Companhia Teatral de Ramalde a todos que amam a cidade e valorizam a defesa dos valores desta comunidade, e nada mais oportuno do que o fazer, atravez do olhar de um homem do Porto: Hélder Pacheco?.
?BEIJOOPORTO? é composto por 2 partes com 19 quadros, onde 11 intérpretes representam 68 personagens e figuras, e ainda, o Bolo de S.João, o manjerico, o alho porro, a erva cidreira, as bichas de rabiar e os estalinhos, a ?praia dos tesos? na Foz, o eléctrico UM, o arco e a gancheta, a bicicleta de arame, o carrinho de rodas, o pião, o livro de fiados, o óleo de fígado de bacalhau, as papas de linhaça, a infusa d?alhos, as águas do Rio Douro, a Ribeira, as ruas e praças, o Mercado do Bolhão, os Pregões do Porto.
Ah! e uma ?bolinha vermelha?, que às vezes surge como aviso.
Divirtam-se e beijem este Porto...profundamente.

Alfredo Correia


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2010/06/beijooporto.html

Homenagem a Fernando Peixoto - 04Out2009 09:43:00


Caros Amigos,

No próximo dia 31.10, pelas 21.30h, no Auditório Municipal de Gaia, a Associação das Colectividades de Gaia vai homenagear o meu pai, evocando todo o seu percurso de vida.

Será um espectáculo com música, teatro e poesia com textos de sua autoria.
Para reservar o seu convite, envie urgentemente um email para helena_peixoto@sapo.pt, com o número de convites que pretende reservar.

Melhores cumprimentos,




Helena Peixoto


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2009/10/homenagem-fernando-peixoto.html

Faleceu Morais e Castro - 24Ago2009 01:22:00





José Armando Tavares de Morais e Castro (Lisboa, 30 de Setembro de 1939 - Lisboa, 22 de Agosto de 2009) foi um dos grandes actores e encenadores portugueses.
Actor experimental do Grupo Cénico do Centro 25 da Mocidade Portuguesa, enquanto estudante liceal. Estreia-se profissionalmente no Teatro do Gerifalto, dirigido por António Manuel Couto Viana na peça A Ilha do Tesouro (1956).
Em 1958 estreia-se na televisão em O Rei Veado de Carlo Gozzi, realizado por Artur Ramos. Ainda no Teatro do Gerifalto, integrou o elenco de variadas peças, como O Fidalgo Aprendiz de Francisco Manuel de Melo ou Os Velhos Não Devem Namorar de Afonso Castellau.
Em 1960 trabalha junto de Laura Alves. Em 1961 estreia-se na encenação, dirigindo no Cénico de Direito, O Borrão de Augusto Sobral, premiado no Festival de Teatro de Lyon desse ano. Estreia-se no cinema, com Pássaros de Asas Cortadas de Artur Ramos (1962).
Integrou o Teatro Moderno de Lisboa, de 1961 a 1965, participando em O Tinteiro de Carlos Muñiz ou Humilhados e Ofendidos de Dostoievski onde obtém grande sucesso. Neste período contracenou com actores como Armando Cortez, Fernando Gusmão, Carmen Dolores ou Ruy de Carvalho.
Em 1968 é co-fundador do Grupo 4 no Teatro Aberto, juntamente com Irene Cruz e João Lourenço e aí representou autores como Peter Weiss, Bertolt Brecht, Max Frisch, Peter Handke ou Boris Vian. Aí encenou também É preciso continuar de Luiz Francisco Rebello.
Em 1985 em faz a comédia Pouco Barulho, com Nicolau Breyner, passsando depois pela Companhia Teatral do Chiado, onde ao lado de Mário Viegas participou em À Espera de Godot de Samuel Beckett. Em 2004 a sua interpretação em O Fazedor de Teatro de Thomas Bernard com Joaquim Benite na Companhia de Teatro de Almada valeu-lhe a Menção Honrosa da Crítica. Foi ainda presença regular em novelas e séries, durante a década de 80 e 90. Popularizou-se como professor na série As Lições do Tonecas (1996/1998).
Morais e Castro era licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa (1964), exercendo também a advocacia. Foi ainda dirigente do Partido Comunista Português.
Faleceu a 22 de Agosto de 2009 no IPO de Lisboa vítima de cancro.
O Todo o Mundo é um Palco aplaude-o de pé.


Fonte: http://todomundoeumpalco.blogspot.com/2009/08/faleceu-morais-e-castro.html

Eduardo Roseira
Membros
Regista-te e participa neste projecto Basta inserir o email e começares a tua participação. Boas navegações pela Lusofonia

Email:
Painel controlo
  • Email:
  • Palavra-passe:
  • Lembrar dados
  • Ir administraçào


Sondagens
E qual a sua apreciação sobre a Revista?
Muito boa
Boa
Assim, assim
Muito Má
Mil e um

avkd

gov

agostinhodasilva

fausto

poesia

as-artes
MIL
©2018, BlogTok.com | Plataforma xSite. Tecnologia Nacional